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quarta-feira, 25 de junho de 2014

A importância do protetor de colchão para os alérgicos

O tempo está voando, já estamos no meio da Copa e mais do que na hora de ter uma postagem nova! Peço desculpas pelo sumiço! Respondi a todos os comentários que estavam pendentes, me avisem se sobrou algo perdido.
 
O tema hoje são os protetores de colchão. Já falei sobre isso em postagens antigas, mas quero ilustrar o assunto com uma história verídica.
 
A história é a seguinte: passei férias na casa de um parente, onde existem dois quartos praticamente iguais, com o mesmo tipo de piso, cortina, armários e limpeza.  A diferença é que em um deles o colchão tem protetor, no outro não tem
 
O quarto "sem protetor de colchão" é suíte e tem a cama maior, então optei por me alojar nesse quarto, ignorando a questão do colchão. Resultado: Em dois dias a minha pele, até então maravilhosa, ficou assim:
Braço cheio de lesões (foto minha)

 
Além disso, a minha cabeça começou a coçar demais, a ponto de me fazer arrancar os cabelos:
Cabelos sendo arrancados de tanto coçar a cabeça (foto minha).
 
 
Visivelmente o problema estava no quarto, quando eu deitava.
 
A solução: dois dias de antialérgico e me mudei para o outro quarto, COM protetor de colchão. Minha pele voltou ao normal e as lesões sumiram (fiquei ainda uma semana nessa casa após o episódio, tudo normal).  Para mim a única explicação foi o protetor no colchão - no segundo quarto eu não sentia coceira ao deitar!
 
O protetor de colchão pode parecer um item dispensável, ainda mais quando temos a ilusão de que nossa casa é limpa (acreditem, 100%  de limpeza  não existe....)... mas depois dessa não ignoro a sua importância não!

domingo, 13 de abril de 2014

Perfumes sólidos

Olá pessoal,

Eu não abandonei o blog! Tenho passado por outras questões na minha vida que estão me deixando um pouco sem tempo, mas estou sempre lendo todos os comentários. 
Ontem respondi aos comentários novos... caso tenha esquecido algum, me cobrem!

Hoje vou dar uma dica sobre perfumes!

Uma reclamação muito recorrente aqui no blog é a dificuldade de achar perfumes que não agridam a nossa pele sensível. Essa reclamação já ocorreu várias vezes na postagem sobre alergia ao "Kathon CG" (que por sinal é a mais lida no blog).

Alguns homens podem estar pensando: "não dá para usar perfume? E daí????".

Homens, entendam que para as mulheres não usar perfume é algo que pode afetar muito a nossa auto estima!! 

Apesar de ter vários tipos de dermatite, eu continuo usando perfumes! Aliás, não saio de casa sem e sempre tenho na bolsa. 

Para quem tem dermatite de contato, é preciso ter um pouco de paciência até achar os perfumes que não têm nenhum "vilão"... parece difícil, mas esses perfumes existem. Quando a pele está muito complicada, a gente também pode passar um pouquinho de perfume na roupa :)

Contudo, a ideia hoje não é falar genericamente de perfumes, e sim de um tipo específico de perfume: os perfumes sólidos.

Pensei em comentar sobre isso aqui pois muitos leitores(as) acham que o álcool do perfume líquido é que irrita a pele, independente da sua formulação. Eu não tenho conhecimento científico para comprovar ou não a tese desses leitores sobre o álcool no perfume, porém acho que vale a pena testar os perfumes sólidos para ver se são mais inofensivos.

Eu tenho dois da L´Occitane... um deles já está até feioso pois carrego na bolsa (a propósito, o perfume sólido é bem prático nesse ponto). Na minha opinião, eles não duram tanto quanto os líquidos... mas isso não é problema caso eles estejam na sua bolsa.
Perfume sólidos L´Occitane que eu uso
Caso alguém queira ver a composição, lá vai!

Interessante observar que esse menciona álcool na fórmula (e diz que é um ingrediente natural.. ??)
Se algum leitor tiver experiência com perfumes sólidos e quiser compartilhar, a hora é agora!

domingo, 26 de janeiro de 2014

Aspirador de pó e alergia


Uma das coisas que a minha alergista proibiu foi o aspirador de pó. 

Disse que eu poderia usar de vez em nunca, para tirar a poeira acumulada nos cantos da janela. 
Só nesse caso. 
No chão jamais. 

Conforme já falei em outras postagens, a recomendação dela é que a limpeza da casa seja feita apenas com pano úmido... nada de aspirador ou vassoura (e nada de carpetes ou tapetes, obviamente).

E a dúvida: se a ideia é que a casa não tenha pó, por que não posso usar um aspirador de PÓ??? 
Justamente porque o aspirador de pó ou a vassoura levantam a poeira.... então muitas partículas que estavam no chão ficam pairando no ar, prontinhas para incomodar o nosso nariz ou a nossa pele!

O meu aspirador de pó foi aposentado. Para quem não tem carpetes ou cortinas, não faz a menor falta....

Há algum tempo, minha mãe investiu em um "super-ultra-power-aspirador de pó". (Eu disse "investiu" porque de fato é caro). De início achei bem inútil... para quê um aspirador de pó que promete tanta coisa que os outros não fazem?

Estou comentando sobre o tal aspirador porque realmente fiquei convencida. Quem me conhece sabe que isso não é fácil.

Outra pessoa na família também comprou, e disse ter resolvido o problema de alergia respiratória de todos na casa.

O meu convencimento se deu depois de ir para a casa da minha avó, onde a minha alergia sempre piorava, apesar dos esforços da minha avozinha para manter a casa limpa. Digo, a casa é limpíssima, mas tem estofados e cortinas (que acumulam pó, independente dos nossos esforços de faxina).

Pois bem, em um final de semana, a minha mãe levou o famoso aspirador para dar "uma geral" na casa da minha avó. Depois de anos, não tive piora nenhuma na minha alergia lá. O meu marido, que tem alergia respiratória, também ficou ótimo.

É impressionante ver o aparelho funcionando... mesmo com a casa limpa, ele ainda recolhe muita poeira.  A diferença está em um recipiente com água, que acumula tudo e impede que as partículas escapem para o ar (como acontece nos demais aspiradores). Ele recolhe MUITA poeira de travesseiros, cortinas, colchões....

Vejam fotos do dito cujo:
Este é o aspirador. Notem que embaixo tem um recipiente para água, onde a poeira se acumula.


Sujeira recolhida de uma sala com piso de cerâmica que já estava limpo!
O aspirador é da marca Rainbow. Não vou dar mais detalhes pois não é meu objetivo fazer propaganda... quem se interessar pode achar muita coisa (positiva e negativa) a respeito na internet!

Escrevi essa postagem pois senti que funciona e pode ser uma boa aquisição para os alérgicos! 

Obrigada mãe!

sábado, 21 de setembro de 2013

Alergia dos leitores - Alergia a "borrachudo"



Olá pessoal,

Demorei um pouco para responder os comentários dessa vez, pois estava envolvida nos preparativos da festinha de aniversário do meu filho, e depois fiz uma pequena viagem a trabalho.
Felizmente já se foi o tempo em que as minhas alergias eram a minha principal preocupação, e assim espero que aconteça com cada leitor deste blog!

Enfim, a postagem de hoje é bastante interessante pois a alergia não é minha! Isso mesmo, apesar de ter um vasto repertório de alergias, este sintoma específico a picadas de borrachudo eu não tenho.

O relato foi escrito por uma grande amiga minha, após um final de semana que passamos na praia, quando ela teve o azar de ser picada por um borrachudo e ficou com o braço muito inchado. Tenho certeza que outros alérgicos vão se identificar com a história dela.
Este é o borrachudo (Imagem Google)
Para quem não sabe, colamos abaixo a explicação do Wikipédia sobre o inseto:

O termo borrachudo é a designação comum a diversas espécies de insetos dípteros, da família Simuliidae, famosos pelas fêmeas hematófagas, cuja picada causa intensa irritação, edema e até mesmo vesículas. Medem entre 1 e 5 milímetros de comprimento, possuem coloração negra. Gosta de umidade, vivendo em matas sombrias, com água corrente ou montes de mato cortado molhados pelo orvalho e/ou chuva. 

E lá vai o relato da minha amiga:

" Final de semana na praia e, recomeça o pesadelo. Tudo por causa de um inseto infame, o tal do borrachudo, que conheci depois que me mudei para São Paulo. Cresci em Manaus, no meio da floresta amazônica, e convivi desde pequena com todas as espécies de mosquito, inclusive o da febre amarela e malária, e nunca tive problemas. Mas, o tal do borrachudo, que empesteia o litoral de São Paulo, tem alguma coisa com que meu corpo resolveu implicar. Resultado, membros (no caso superior) inchado, vermelho e pegando fogo. Apelidos que recebi: pãozinho e Hellboy.

Descuidei por alguns minutos e PIMBA! Fui premiada. Tinha acabado de passar o repelente na perna e esqueci-me dos braços. A única em um grupo de 16 adultos e 2 crianças a ser picada. Ou, pelo menos, a ter alergia. O ataque aconteceu ao entardecer, por volta das 17 horas. Começou com um pontinho vermelho (sangue coagulado) no local da picada. Depois, uma bolinha vermelha ao redor que vai inchando, ficando vermelho, inchando, coçando, inchando, aumentando, inchando, espalhando, inchado ...

Como de costume, demorei a aceitar o que já estava em processo. Primeiro eu pensei: não é nada, já passa. Fui dormir pensando, ´quando acordar já passou´. Acordei e a coisa foi piorando. Até que tive que aceitar o que estava acontecendo. Não tem jeito, sou alérgica a picada de borrachudo mesmo. A vida é assim: tem gente que não pode comer camarão, nozes e glúten, ou não podem tomar leite, ou não podem ter cachorro, e outros podem fazer tudo isso que não acontece nada. Eu faço parte do primeiro grupo e tenho que aceitar.

Depois de aceita a minha condição de alérgica, o próximo passo foi buscar ajuda (está até parecendo papo de dependente químico). Do grupo de 16 adultos apenas um tinha um antialérgico na mala. 
Finalmente fui salva! Confesso que nem eu costumo carregar os meus. Logo, essa pessoa ou é uma santa, ou uma sofredora.

 (PAUSA NO RELATO: Adivinhem QUEM era a pessoa que tinha antialérgicos????? rssss) 

O remédio fez o quadro estabilizar, mas não regredir. Já estou acostumada com o processo que demora de 2 a 3 dias para dar sinais de melhora. Já cheguei a riscar minha pele com canetinha para monitorar se o inchaço estava espalhando ou não (no caso anterior estava piorando e corri para o hospital). Mas, como dessa vez o membro atingido foi o braço direito, terei que confiar na memória. Até para tirar as fotos tive certa dificuldade. Seria muito mais interessante postar a foto dos dois braços juntos para vocês notarem a diferença. Mas, percebi que seria humanamente impossível tirar foto dos dois braços ao mesmo tempo sozinha.

Fico pensando se algum dia poderei ser uma pessoa normal e ir para as praias do litoral de São Paulo sem me preocupar. Será que meu corpo vai algum dia aceitar a “baba” desse insetinho insignificante sem fazer esse escândalo todo? Até que isso aconteça, terei que aceitar e conviver com a minha condição. Praia = repelente no corpo todo + antialérgico no bolso."

Fotos do braço dela bem inchado, após dois dias da picada de borrachudo. A terceira foto fui eu que tirei um dia depois, quando voltávamos de carro da praia, para mostrar a comparação entre os braços. 
Cris, muito obrigada por permitir que eu compartilhasse seu relato e fotos no blog! 

Alguém mais tem alergia a picada de borrachudo por aí?

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Perguntei para a Anvisa - Quais são os alergênicos?

Há cerca de dois anos eu ganhei um desodorante hipoalergênico comprado em uma loja para alérgicos. 
Nem imaginei que aquele desodorante poderia ter alguma substância alergênica, afinal havia sido desenvolvido ESPECIALMENTE para pessoas alérgicas e vendido por uma loja especializada.

Para minha surpresa, porém, havia propilenoglicol na fórmula. Resultado - me deu alergia, não pude usar o produto.

Desde então fiquei tentando entender - como um produto que se diz hipoalergênico pode ter um ingrediente que faz parte dos testes de alergia para cosméticos? Na minha condição de paciente, achava que se uma substância era reconhecidamente alergênica, não poderia fazer parte de produtos hipoalergênicos. No entanto, não é assim que a coisa funciona, em outra postagem vou falar mais sobre isso.

Procurei no site da ANVISA e não achei nenhuma lista dos produtos considerados alergênicos em cosméticos, então resolvi perguntar diretamente. A resposta que recebi da ANVISA foi essa:


"Prezado (a) Senhor (a),
Em atenção a sua solicitação, informamos que não existe uma lista de alergênicos em cosméticos. No entanto, na RDC 03/2012 foi estabelecida uma lista de ingredientes de fragrâncias considerados alergênicos e que devem estar mencionadas na rotulagem de acordo com as condições dispostas nessa norma."
Clique para ir à página principal da Anvisa.


Essa resolução RDC 03/2012 realmente traz uma tabela de 26 substâncias cuja presença deve ser indicada em fragrâncias (somente em fragrâncias, não abrangendo todos os tipos de cosméticos). Vejam a descrição que consta na resolução: 

"Algumas substâncias foram identificadas como causa importante de reações alérgicas de contato entre os consumidores sensíveis a fragrâncias e aromas. Dessa forma a presença dessas substâncias na formulação deve ser indicada na descrição dos ingredientes na rotulagem do produto (na lista dos ingredientes ou composição) de modo a facilitar a identificação destas substâncias pelos consumidores que não as toleram. Portanto, as substâncias abaixo listadas devem ser indicadas na rotulagem do produto pela nomenclatura INCI quando sua concentração exceder: 0,001 % nos produtos sem enxágue e 0,01 % em produtos com enxágue."

Dentre as 26 substâncias, está meu amigo Kathon CG, com seu nome de verdade: alpha-ISOMETHYL IONONE. (um de seus nomes.... como já falei em outra postagem existem vários sinônimos para ele). Contudo, não consta o propilenoglicol (outro grande amigo meu rs ) e nem outras substâncias que fazem parte dos testes de alergia, como os parabenos.

Ou seja, ainda não há no Brasil uma lista oficial do que é considerado alergênico, apenas no caso de fragrâncias. Vou continuar procurando informações oficiais sobre alergia e postando no blog o que eu achar de interessante.

Um ótimo final de semana a a todos!

(Em tempo, hoje está muito mais fácil obter dados e informações dos órgãos públicos por causa da "Lei de Acesso à Informação". Quem quiser saber mais sobre o assunto, clique aqui.)

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Teste de produtos importados - Neutrogena Sensitive

Esse é um dos casos de teste que não teve conclusão rápida! Comecei a usar esse creme três vezes. Não me convencia que estava sendo efetivo, mas também não via motivos para desistir dele assim tão fácil, afinal é uma marca conhecida e normalmente bem recomendada. Voltava a usar outro hidratante e deixava o Neutrogena ali, guardado para uma outra tentativa.

Na verdade ele funcionou legal comigo em épocas de paz (pele tranquila). Espalha bem, rende bastante, quase tem um cheirinho agradável (isso é um elogio quando se trata de hipoalergênicos rs).

Contudo, não gostei dele em épocas de crise, acho que irritou mais a pele que já estava ferida. Por isso que deixava de usá-lo e, após a terceira tentativa, me convenci de que é um hidratante satisfatório, mas para a pele machucada eu ainda prefiro o Fisiogel.


Hidratante Neutrogena Deep Moisture Body Lotion - Sensitive
Esse Neutrogena foi comprado fora do país, mas já vi por aqui em várias farmácias, com preços razoavelmente interessantes em comparação com outros hidratantes hipoalergênicos.

É importante dizer também que a Neutrogena tem milhares de produtos e mais de um tipo de hidratante, talvez mais de um hipoalergênico também. Já usei o sabonete líquido da marca e gostei bastante, não me causou nenhuma alergia.


Se alguém mais usa ou usou esse hidratante e quiser deixar suas impressões, fique à vontade!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Alergia nas mãos - Álcool 70

Como já relatei inúmeras vezes, estou sempre lutando contra alergia nas mãos. (Algumas postagens sobre esse assunto aqui, aqui, aqui e aqui).

Passei por períodos muito ruins... com as mãos muito feias mesmo. Claro que é péssimo... pois você não pode simplesmente não usar ou não olhar para suas mãos. E é claro que outras pessoas reparam que você está com mãos de lagarto também.

Depois de muitas batalhas, minhas mãos estão bem tranquilas desde o início do ano. Lógico que tranquilas não significa 100% livres de alergia (afinal sempre aparece uma bolinha para animar o dia).

Uma coisa que ajudou MUITO foi o uso de Álcool 70 . Não sei porque resolvi usar o álcool (será que eu já havia tentado de tudo? rs), não sei se tem explicação médica, mas sei que resolveu para mim!

Esse é o álcool 70 que estou usando agora, mas existem várias marcas.

Eu reparava que as minhas mãos pioravam depois de passar muito tempo em ônibus, avião, auditórios e outros locais com carpetes/cortinas/estofados (em resumo: ácaros!) e outros de limpeza duvidosa. 

Acho que as mãos nesses locais entram em contato com muita poeira, o que ajuda por inflamar e piorar a alergia que já estava ali. Repito, isso não é uma verdade médica... é a minha leitura dos fatos. 

Eu passo um pouco em um algodão e aí espalho nas áreas com alergia.  Às vezes não passo nem pomadas, só com o álcool a alergia já some. Testei também em outras partes do corpo com sucesso. O único porém é que o álcool resseca a pele... então eventualmente tenho que hidratar melhor. Em breve uma foto da minha mão quase sem alergia!! (e com a unha feita, por isso que não coloquei nessa postagem ainda rs)



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Alergia a desodorantes

De todos os cosméticos, com certeza o que me deu mais trabalho foi o desodorante

Foi uma saga até encontrar os produtos que eu podia usar. Hoje felizmente conheço alguns bons (leia-se "inofensivos"), mas não foi fácil!

Assim que me descobri alérgica, TODOS os desodorantes me davam alergia, mesmo os que não continham os meus vilões. Tinha alguma coisa nos desodorantes que me deixava alucinada.

Mas vamos à longa história.

Ela começou obviamente na minha primeira (e pior) crise. Na época, a pele estava tão machucada que qualquer produto ardia, mesmo os inofensivos. Passei alguns dias tomando banho apenas com água (e me secando com papel toalha, mas aí é papo para outro momento...).

Desesperada, achei em um blog uma dica: o uso de leite de magnésia como desodorante. Aquele mesmo que vcs pensaram. Olha ele aí:

Imagem daqui.    

Depois disso, minha alergista recomendou o Leite de Rosas. Comecei usando o líquido e misturando com o leite de magnésia.
Leite de Rosas Líquido. (Imagem Google)

O Leite de Rosas líquido não é lá uma maravilha enquanto desodorante (e nem o leite de magnésia) mas é melhor do que nada e bem tranquilo para a pele no meu caso. Em dias de calor intenso, contudo, eu ficava na mão. 

No meio do caminho tive a oportunidade de ir para a Holanda a trabalho e trouxe de lá um desodorante chamado Sanex, que chamou minha atenção por ser "0% um monte de coisas". A-DO-REI.

O problema é que eu só trouxe um, e claro que só testei no Brasil, pois nenhum alérgico é louco de testar um produto fora do país. Fiquei pensando "meu Deus, que trabalho vai dar comprar esse dito cujo lá do cafundó". Ainda por cima que a marca só vende na Holanda e na França, e mesmo assim foi difícil de achar esse específico que é o 0%. 

Mas vamos que vamos... utilizava só em ocasiões especiais (calor+atividade física+tinha que ficar cheirosa rs).

Desodorante Sanex comprado na Holanda. Recomendo!!!!

 
Na sequência da saga, minha mãe comprou para mim o Leite de Rosas aerosol. Apesar do meu preconceito inicial, gostei muito do desodorante (como desodorante e como produto inofensivo). Passei a usar o Leite de Rosas aerosol. Vejam os frascos abaixo:

O meu desodorante preferido no Brasil. Imagem daqui.

Porém, como Murphy é muito amigo dos alérgicos, o desodorante simplesmente sumiu das prateleiras. Já procurei por várias farmácias e supermercados em Brasília e nada! Também já procurei em São Paulo sem sucesso. Alô fabricante, cadê meu desodorante???!!

Já com os estoques acabando, e num ímpeto de coragem alérgica, comprei o desodorante aerosol da Giovanna Baby (após conferir todos os ingredientes e concluir que, a princípio, estaria Ok). Deu certo!!


Desodorante Giovanna Baby. Eu só posso usar o rosa! (Imagem Google.)
O único que eu posso usar é o rosa, pois o azul e o lilás contêm um ingrediente proibido para mim.

E esse é o final da saga do desodorante... finalizando com cheirinho de bebê Giovanna Baby!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Alergia na cabeça - o óbvio, o erro e o aprendizado

Como comentei em uma postagem de setembro, estava com muita coceira na cabeça. Era uma alergia que  ia e voltava. Eu tomava antialérgicos, melhorava um pouco, e voltava a piorar depois de alguns dias.

Agora, em dezembro, a cabeça já estava bastante ferida e a minha paciência acabando (paciência acabando significava tomar mais antialérgicos). Meu cabelo também começou a cair mais - não tem cabelo que aguente lesão e unhas frenéticas por tanto tempo!

Comecei a tentar achar explicações (como sempre). Seria meu travesseiro? Seria poeira? A água da piscina? Sol? Ar condicionado do trabalho? Depois de pensar em coisas mirabolantes e já realmente sem paciência, resolvi olhar o óbvio: meu shampoo.

Óbvio?

Não quando você usa a mesma marca de shampoo faz tempo Para mim era impossível culpar a o shampoo ou o condicionador, que eram produtos inofensivos e já consolidados na minha rotina.

Porém, eis que após aquele esforço visual para enxergar as letras minúsculas na embalagem... lá estava ele: propilenoglicol com todas as letras.

Embalagem do shampoo com propilenoglicol na fórmula.  O propilenoglicol está na quinta linha de baixo para cima, do lado esquerdo. (Se ao vivo já é ruim de ler, na foto de celular fica pior ainda, desculpem a qualidade da imagem).

Fiz uma busca agora na internet e constatei que realmente a formulação mudou, ou existem ingredientes que variam de um lote para outro (como este monstrinho aí). Nas buscas de composição que achei na internet, não consta o propilenoglicol, e sim outros ingredientes. Aproveito para lançar novamente a minha crítica - os fabricantes deveriam ser obrigados a fornecer a composição de seus produtos na internet. 
Eu só achei a informação sobre esse shampoo em outros sites (de farmácias, por exemplo), e não no site oficial da Garnier.

Enfim, vocês não fazem idéia de como eu me xinguei após ler o rótulo do shampoo. Imaginem estar com isso desde setembro e a resposta estar bem debaixo do meu nariz (ou acima da minha cabeça, para ser mais literal).

Não sei se houve mudança na formulação ou se eu comprei um shampoo de um lote diferente da Fructis, mas concordo, o erro foi meu.

Bobeei, comi bola, comi barriga, comi mosca e todas as outras expressões que representam o fato de ter feito uma grande bobagem (e "comido" também muito antialérgico rs).

Lições aprendidas:
1-  Tem que ler o rótulo SEMPRE antes de comprar, mesmo quando você ja´ comprou o produto 58 vezes antes;
2- Com coceira na cabeça, desconfie primerio do que é mais óbvio, por mais que pareça impossível!

Hunf!!

domingo, 2 de dezembro de 2012

Alérgico(a), desapegue-se

Como comentei na última postagem, me mudei de endereço.

Nessa mudança, além de achar muita poeira, também achei um monte de coisas que eu não posso mais usar, e que estava guardando não sei para quê.

Esperança de melhorar da alergia?
Esperando alguma eventual visita precisar de um shampoo?
Esperando meu marido usar? (descolorante? removedor de cravos? spray de cabelo? Mais fácil eu me curar da alergia rss).

Então a mudança também foi uma ótima oportunidade para passar para frente um monte de produtos que escaparam à primeira inquisição.

Não adianta gente, não estou falando que não vamos nos curar da alergia (sejamos otimistas né?), mas quando (e se) isso acontecer, uma coisa é certa: Esses produtos já terão passado da validade há muito tempo!

Para quê abrir o armário e lembrar: "não posso usar", "esse também não" e "poxa, esse é tão cheiroso..".?

L-I-X-O neles! Vamos ocupar nossa vida com o que não nos faz mal, em todos os sentidos!

Produtos proibidos, fora!
(Admito que ainda não me desfiz dos meus perfumes, mas como a validade deles é quase eterna, vou mantendo na esperança rs).

sábado, 27 de outubro de 2012

Óleo de prímula, um bom artigo e a dermatite atópica

Eu já pesquisei bastante na internet sobre a dermatite atópica, e na verdade são poucos sites que trazem informações mais aprofundadas sobre a doença. Cansei de ler textos copiados e colados em várias páginas, sem nenhuma menção à fonte da informação (que feio gente, tudo bem copiar, mas é elegante e ético dizer de onde né?).

Achei um artigo particularmente interessante, da Faculdade de Medicina da USP, que pode ser baixado neste link para quem se interessar. O artigo descreve como se faz o diagnóstico da doença, o tratamento convencional (hidratante + antialérgico + corticóide tópico - nenhuma novidade por aqui) e tratamentos alternativos. Essa última parte que me interessou, pois normalmente os médicos não gostam de tratamentos alternativos.

Segundo o artigo, a dermatite atópica está relacionada a alguma deficiência de ácidos graxos, o que pode ser combatido/minimizado com a injestão de óleo de peixe ou óleo de prímula. Inclusive foram observados bons resultados por mães que estão amamentando, para tratar os bebês tenham a doença. Uma esperança para as mães que sofrem ao ver seus filhos com dermatite!

Eu comprei o óleo de prímula para testar e tomei por um mês. Não sei dizer se melhorou a minha alergia ou não (também não fui muito regrada para tomar as capsulas - sempre esquecia rs). Na verdade o artigo recomenda o tratamento de 8 a 12 semanas, logo eu deveria ter tomado por mais tempo para poder tirar alguma conclusão.

Estou pensando em voltar a tomar o óleo, pelo menos mal não fez!
Capsulas de óleo de prímula (Imagem Google).


sábado, 20 de outubro de 2012

Composição de produtos na internet

Comprar pela internet é cada vez mais comum. Na rede encontramos de tudo, de comida a carros, passando por artigos infantis, livros e qualquer outra coisa que se possa imaginar. Quem quiser, pode até fazer supermercado sem sair de casa.

Dentro dessa variedade enorme de produtos à nossa disposição na tela do computador, estão também,  obviamente, os cosméticos.



(Imagem Google)
Como já mencionei várias vezes por aqui, por causa da dermatite de contato preciso conhecer os ingredientes de um produto antes de me aventurar a comprar algo diferente (Nessa postagem falo sobre as substâncias que preciso evitar)

Na farmácia ou no supermercado podemos ler os ingredientes na embalagem. Eu sei, com uma certa dificuldade por causa das letras pequenas, mas a informação está lá.

Está lá pois deve ter alguma norma que obriga os fabricantes a informarem a composição de seus produtos na embalagem. Pelo que andei reparando, essa norma não se aplica às vendas pela internet.

Há pouco tempo queria pesquisar a composição do Leite de Aveia Hipoalergênico da Davene, pois foi recomendado por um leitor do blog. Para minha surpresa, não havia a informação nem no site do fabricante. Enviei um email para a Davene pedindo a composição e, pelo menos, me retornaram rapidamente.

Estou ciente que os alérgicos não são o público alvo de várias marcas e que 0,00001% da população se preocupa em saber o que está passando na pele. Mas enfim, nós existimos, consumimos, e temos direito de saber o que estamos comprando certo? Deveria ter alguma regra que obrigasse o fabricante a informar o que tem nos seus produtos para quem quiser comprar pela internet (pelo menos o fabricante, nem estou falando das farmácias e supermercados que revendem !)

Vou dar aqui meu ponto positivo para o Pão de Açúcar, pois apesar de não ser o fabricante, coloca toda a composição dos produtos que vende no site.

domingo, 23 de setembro de 2012

Teste de produtos importados - Hidratante Aveeno Dermexa

Eu já havia comentado sobre um produto dessa mesma marca Aveeno nesta postagem.

Desta vez testei o hidratante da linha "Dermexa" da Aveeno que foi trazido para mim de Portugal. Claro, não tem aqui no Brasil e, claro, lá é baratíssimo.

Não sei se é a mesma composição do que eu usei anteriormente, mas o efeito é bem parecido.

O creme é bem denso e hidrata bem. A única coisa que eu notei diferente é que o Dermexa tem um leve cheiro de álcool assim que você aplica sobre a pele, o que desaparece em alguns segundos.

Infelizmente esses produtos hipoalerênicos não podem ter fragrâncias... poxa, será que não existe nenhum perfume inofensivo ?

Também gosto da embalagem dessa marca, que indica que os produtos são feitos para peles com tendência atópica.  O interessante é que vem escrito em vários idiomas e apenas no inglês não aparece com essa indicação (em inglês é para peles "secas e irritadas", deve ser alguma regulação diferente quanto a embalagens).

Meu hidratante Aveeno Dermexa (já no final do pote e devidamente testado).

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Alergia ao Kathon CG


Fui inspirada a escrever sobre este assunto após um comentário feito na minha última postagem, obrigada querido(a) leitor(a)!

Eu também sou alérgica ao Kathon CG. Ocorre que a única vez que você vai ler este nome é no seu teste de alergia, pois ele não aparece em nenhum produto. Simples, esse é o nome comercial.

O nome real é muito, mas muito mais feio: Metilcloroisotiazolina e Metilisotiazolinona. Ou em inglês, mais feio ainda: Methylchloroisothiazolinone/Methylisothiazolinone. Esses nomes sim, estão por toda parte.

Quando vi que teria que decorar esta palavra pensei: "caramba, como vou decorar essa palavra horrorosa??!!". 

Descobri ainda que ela pode vir disfarçada em uma sopa de números e letras: 5 – cloro – 2 – metil – 4 – isotiazolina – 3- ona ou 2 – metil – 4 – isotiazolina – 3 – ona (ou ainda a versão em inglês com os números, que tem mais "h"s e  "y"s no meio).

 Essa questão dos números eu demorei um pouco a descobrir, e alguns perfumes meus acabaram passando desapercebidos para a lista dos produtos permitidos.

Hoje já estou craque e pronuncio esta palavra numa boa, soletro, separo sílabas... identifico o ingrediente rapidinho.

Para quem está iniciando na alergia a esta coisa, uma dica: este componente é um dos últimos da lista de ingredientes em um produto. Em produtos brasileiros dificilmente está antes do penúltimo.

Outra dica: não precisa decorar os números e todas as letras, desconfie de tudo que termina em ona/one. Se tiver "tiazolinona", é ele, nem precisa ler o resto da palavra e pode ficar longe!


Obs: Postagem atualizada em 22/02/2014. O alpha-isometil-ionone NÃO é o Kathon CG, apesar de ser também alergênico!.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Alergia pelo avesso

Semana passada consegui ter uma reação alérgica bem inusitada, que eu chamei de "alergia do avesso". Vejam só como foi:

Eu peguei uma virose feia e precisei ir ao hospital tomar alguns medicamentos e soro (pois é, nem tudo são flores). Quando o médico me perguntou se eu tinha alergia a Dramin e Buscopan, respondi imediatamente que não, já tomara esses remédios em outras ocasiões.

Os remédios foram dados direto na veia, junto com o soro. Como a minha veia é muito fina e a agulha mais parecia um canudo, a veia estourou, criando aquela bola de medicamento + soro por baixo da pele. Uma cena linda e bem dolorida para animar um dia de virose e fila de espera no hospital. Tudo bem, acha-se outra veia na mão (ui) e a medicação é dada sem problemas.

Já em casa e acordada após o Dramin, começo a perceber que o meu braço está coçando, bem no lugar que estourou a veia. Estranho, hematoma não costuma coçar e quando saí do hospital estava tudo normal.

A alergia começou assim, humilde:

Região rosada, coçando e inchando no antebraço.
E em algumas horas ficou assim:
Inchado, quente, coçando e com bolhas.
Uma coisa que eu sei fazer bem é reconhecer quando estou com alergia, e aquela coisa no meu braço definitivamente era uma. O estranho foi aparecer apenas nesse local onde o líquido do medicamento havia se acumulado sob a pele, e não no outro local por onde recebi a mesma medicação.

Comparando com outras alergias que tenho, essa parecia muito com a dermatite de contato, pois atingiu bem a região que havia tido contato direto com o medicamento, só que por baixo da pele.

Fui pesquisar na internet a bula do Dramin injetável e eis que eu encontro............... Tchã nã nan..........

Propilenoglicol!

Isso mesmo, meu doce inimigo estava lá na bula do remédio.

Suponho que a minha alergia a ele se relacione realmente com o CONTATO direto com a pele, caso contrário eu teria tido uma reação alérgica generalizada, já que a substância foi injetada diretamente na minha veia. 

Não sei se, do ponto de vista médico-científico, essa é a explicação correta para a reação que tive no braço, pode ser uma bobagem completa, mas é a minha explicação pessoal e que me deixou mais tranquila.

Para controlar a reação, que estava cada vez pior (de madrugada, é claro),  passei muito gelo (quase congelei meu braço), pomada com corticóide e tomei antialérgico.

Não sei o que resolveu, mas no dia seguinte estava desinchado e menos vermelho. Hoje, 5 dias depois, está quase imperceptível a marca na pele.

Lições aprendidas:
1) Cuidado com a composição de medicamentos injetáveis.
2) A alergia não me larga nem quando estou de cama com virose, me poupa!





sábado, 25 de agosto de 2012

Fernanda Lima usa produtos hipoalergênicos


Pausa para um momento fútil no blog.
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Nós, mulheres alérgicas, ficamos nos remoendo por não poder usar este ou aquele produto.

Enquanto isso, a Fernanda Lima está usando CETAPHIL (sabonete) e FISIOGEL (loção) com recomendação de sua dermatologista. Quem quiser conferir, veja a reportagem aqui.

Chega de lamentações por não poder usar marcas francesas maravilhosas, os produtos hipoalergênicos podem nos fazer muito bem também.

Pronto, momento CARAS finalizado. (Perdoem-me homens leitores por esta postagem, mas não resisti)

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Alergia a pasta de dentes

Hoje li o rótulo da pasta de dentes que meu marido comprou para meu filho (sim, dessa vez foi culpa do marido, pois eu sempre leio todos os rótulos...) e, pasmem, tem FORMOL na composição. Isso mesmo, uma pasta de dentes infantil com formol. Claro que deve ter passado por vários testes e aprovações para poder ser comercializada, mas não compreendo como se pode oferecer algo com formol para uma criança, que frequentemente engole a pasta de dentes, por sinal. 

Composição da pasta de dentes infantil com formol ("formaldehyde", em inglês). Obviamente que meu filho não usará essa pasta.

Enfim, isso me lembrou de quando passei meses com a boca formigando, sem saber que era a bendita pasta de dentes que estava causando o problema. No meu caso, a pasta tinha propilenoglicol, e não formol (se não provavelmente já estaria sem dentes, já que a minha alergia ao formol é gravíssima). Para quem não sabe a que eu tenho alergia, leia aqui.

Tudo começou após uma visita ao dentista e uma inevitável anestesia. No dia seguinte eu ainda estava sentindo a boca formigando, típico de anestesia passando o efeito. Lembro de ter comentado na época que a anestesia estava demorando para passar, mas provavelmente foi ela que me sensibilizou ao componente da pasta de dentes. 

Pois bem, a tal da anestesia não passava semana após semana, e eu com a boca formigando. Nada desesperador, se não teria procurado um médico, mas incômodo e esquisito. Comecei a pensar que eu tinha alguma doença estranha e cheguei a procurar no Google sobre doenças com esse sintoma, ainda bem que não achei nada específico.

Até que eu fiz o teste de alergia e comecei a "inquisição" na minha casa, lendo os rótulos de todos os produtos que eu usava e separando tudo que não poderia mais usar. (Essa questão da separação dá uma postagem à parte, qualquer dia falo sobre ela.).

A pasta de dentes foi uma das condenadas, pois tinha propilenoglicol. Troquei de pasta e minha boca voltou ao normal.

Incrível como tudo parece óbvio DEPOIS que vc descobriu a causa da alergia.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Um bom hidratante às vezes basta para algumas alergias



Essa é a minha constatação pessoal depois de passar por tipos variados de alergias: dependendo do caso, um banho seguido de um bom hidratante são suficientes para resolver.

Na semana passada apareceram dois focos de alergia no meu rosto. Até que me considero uma pessoa paciente com as minhas alergias... mas no rosto... tolerância ZERO! Não dá para olhar no espelho e ignorar.
Minha primeira medida, apesar de não gostar, foi passar um bom corticóide antes de dormir.

No dia seguinte.... nada aconteceu! A alergia estava lá, firme e forte. Antialérgico também não resolveu.

Humildemente, passei o Fisiogel esperando um milagre e, para meu espanto... a alergia SUMIU! Acho que ela era desencadeada pela pele seca, simples assim. Às vezes as coisas são mais fáceis do que parecem.

Já tinha notado que banho+hidratante eram suficientes em outros casos, como nesse exemplo:  após retirar meia calça sempre aparecem umas bolinhas na minha perna... se coço, espalham pelo corpo todo. Relaciono isso à meia calça, que aperta a pele e causa algum tipo de reação. Nesse caso, para mim basta tomar um bom banho, passar imediatamente o hidratante, colocar uma roupa confortável (preferencialmente de malha) e esquecer o assunto- as bolinhas somem do jeito que vieram. 

Ressalto que a parte do "esquecer o assunto" é importante para esta minha técnica. Se eu ficar esperando as bolinhas sumirem, olhando toda hora e cutucando, não funciona! 

Alguém mais tem uma técnica pessoal fácil para compartilhar?


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEglBi5JaO4bf_yybk5X4TlY4xQ4Z1J6HPXjZ0ptW_jXTr0Dav6lk39NPwgTn5vE0mEXiGAC32Kf99Ny9f2MS-F7Ac1hSXaVvLUHirdb3qTzqteYkGvIOg21jbg_0uHPpkjKTJqnCCgyasI/s1600/desfiadanew.jpg
Em paz com a meia calça. Imagem daqui

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Teste de produtos: Cetaphil Restoraderm

Teve uma semana em que o Fisiogel AI simplesmente desapareceu das farmácias de Brasília. Procurei em várias e estava sempre em falta. Acho que eles gostam de dar mais emoção para a nossa vida.

Resolvi assim experimentar um hidratante diferente: comprei o Cetaphil Restoraderm. Ele é um pouco mais caro que o Fisiogel, mas vem mais produto na embalagem (295 ml, em vez de 240ml do Fisiogel), então acaba dando na mesma o preço por volume. (Estou considerando aqui o Fisiogel já com o desconto da Stiefel)

Meu Cetaphil Restoraderm.

Eu não gosto de dar opinião sobre produtos antes de ter usado várias vezes, por isso esperei gastar metade do pote para falar o que achei.

Bem, eu gostei. Não me causou nenhuma alergia e hidratou muito bem.  Ele é mais denso que o Fisiogel, mas espalha bem também.

A única desvantagem para mim é a embalagem, pois ela é "de apertar" (bomba bico de pato) e não fecha direito. Como eu viajo muito e também levo para a natação, sempre preciso carregar meus hidratantes para todo lado, e convenhamos que frascos desse tipo não são muito práticos para se levar na necessaire.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Physiogel

Essa postagem é muito rápida só para falar que os portugueses são muito mais chiques que os brasileiros!

Olha só o Fisiogel de lá:

Gente phyna é outra coisa....

Esse aí foi presente de uma pessoa querida que me trouxe de Portugal.

Pois é, ser alérgica é ganhar Physiogel em vez de Victória Secret!  (só rindo pra não chorar... rss)